Namoro na Adolecência! PARTE I

Dinâmica:Divida sua célula em dois grupos e faça um debate: um que vai defender e outro que irá se opor ao namoro na adolescência. O objetivo é levar os adolescentes a entenderem o porquê de não namorar na adolescência, saber que é algo bom para a vida cristã deles e não apenas uma regra da Rede de Adolescentes. É importante que eles saibam explicar o motivo de não namorarem na adolescência. Obs.:O líder tem que ser o mediador do debate, levando os adolescentes a discutirem o assunto de forma saudável.O líder deve saber conduzir o debate de maneira que os adolescentes não saiam com mais dúvida sobre namoro.

Introdução:Além de ficar há outro assunto que causa bastante polêmica é o namoro na adolescência. Isso acontece porque vivemos num mundo onde os adolescentes ficam, namoram e não estão nem aí. Muitos ou quase todos nem respeitam a opinião dos pais. Bem, já que quase todos adolescentes são assim, começam a surgir a várias perguntas e questionamentos. Por que não namorar? É pecado namorar na adolescência? Por que não posso namorar a pessoa que eu amo? Algumas igrejas não falam nada contra namoro na adolescência, e aí?Por que não pode já que tenho a benção dos pais e em praticamente todo o mundo os adolescentes namoram?

Desenvolvimento:
Diante de tantas perguntas e questionamentos, precisamos entender algumas coisas importantes sobre namoro.
Vejamos:
O que é namoro?

O namoro é uma instituição de relacionamento interpessoal não moderna, que tem como função a experimentação sentimental entre duas pessoas através da troca de conhecimentos e uma vivência com um grau de comprometimento inferior à do matrimônio. A grande maioria utiliza o namoro como pré-condição para o estabelecimento de um noivado ou casamento.
O que a Bíblia fala sobre o namoro?
A Bíblia não fala nada sobre o namoro. Principalmente, porque o namoro é um costume ocidental. O que se tem de informação sobre namoro, está na tradição hebraica. Segundo ela, se não fosse possível que seus pais escolhessem o cônjuge de seu filho, o que era preferencial, e fosse necessário que ele mesmo fizesse a escolha, a ele só seria lícito comprometer-se em noivado com a moça ou seja, prometer-se a ela, por meio dos pais da moça. A conversa não podia ser direto com a “pretendida”, mas sim com os pais dela. Neste compromisso, qualquer envolvimento sexual ou afetivo com outra mulher, que não a noiva, já implicava em traição. Mas também, não era permitido qualquer contato sexual, em nenhuma intensidade, com a noiva. Em alguns casos nem sequer o desenvolvimento de uma amizade, pois até esta deveria acontecer apenas no casamento.

Como era o namoro antigamente?

Antigamente não existia o namoro e sim a “corte”. O rapaz cortejava a moça. Isto era feito da seguinte forma: era estipulado um horário para o rapaz visitar a moça. Esta visita acontecia numa sala de visitas bem iluminada e o casal permanecia a 50 centímetros de distância no sofá, a mãe da jovem ficava vigilante na sala, fazendo “tricô”. Quando davam 9 horas esta começava a tossir impacientemente para que, dessa forma, o pretendente percebesse que era hora de ir embora. O namoro mais moderno, no qual os casais saiam sem a companhia de uma terceira pessoa, surgiu por volta da década de 20, nos centros urbanos. A partir daí ele foi se tornando mais liberal até chegar aos dias atuais, quando foi substituído pelo “ficar” (um encontro casual onde duas pessoas trocam certas intimidades durante determinado momento e depois não se vêem mais).
Na próxima semana falaremos de 06 argumentos sobre o namoro teen “PODE” ou  “NÃO PODE”!!
NÃO FALTEM!

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